TDAH: Sinais, sintomas e tratamento

19 de abr de 2017

Compreenda o TDAH

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma das mais comuns desordens neurológicas diagnosticada na infância. É um transtorno neurobiológico de causas genéticas que se inicia antes dos 12 anos, e em muitos casos antes dos 7 anos. Assim como o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) o TDAH afeta mais meninos do que meninas.

Dentre os sinais e sintomas de TDAH incluem desatenção, hiperatividade e impulsividade. O diagnóstico do TDAH é difícil, pois muitas vezes é confundido com problemas na educação, ansiedade ou dislexia por exemplo. Esse transtorno é normalmente diagnosticado pelo médico pediatra, psiquiatra ou neurologista.

A prevalência de TDAH entre as crianças na população dos EUA aumentou de 2,9% em 1996 para 5,2% em 2009.

O TDAH é um transtorno mais comum em crianças e adolescente, surge na infância, mas pode acompanhar o indivíduo até a fase adulta. Estudos mostram que cerca de 60% das crianças carregam o TDAH para a vida adulta, por isso a importância do diagnóstico e tratamento precoce.

Esse transtorno afeta negativamente a auto-estima das pessoas afetadas. Crianças e adultos com TDAH são mais vulneráveis a baixa auto-estima do que outras pessoas.

O tratamento da pessoa com TDAH deve ser iniciado o quanto antes e é realizado por uma equipe multidisciplinar composta por profissionais como neuropediatra, neurologista, psicólogos, psicomotricistas, fonoaudiólogos entre outros. A intervenção medicamentosa é indicada em alguns casos e deve ser sempre acompanhada por um médico responsável.

O TDAH é umas das principais comorbidades associadas ao TEA e quanto antes iniciar o tratamento melhores serão os resultados.

 

Referências:

Gupte-Singh KSingh RRLawson KA. Economic Burden of Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder among Pediatric Patients in the United States. Value Health. 2017 Apr;20(4):602-609. doi: 10.1016/j.jval.2017.01.007.

Faraone SV, Biederman J, Mick E. The age-dependent decline of attention deficit hyperactivity disorder: a meta-analysis of follow-up studies. Psychol Med. 2006 Feb 1;36(02):159–65.

 




NeuroConecta - 2017